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O que é linguagem
de marcação?

 

Podemos usar um livro em papel que você esteja lendo atualmente para ilustrar o conceito de linguagem de marcação. Este livro, como muitos outros anteriores a ele, começou a ganhar forma com um grupo de arquivos eletrônicos. Esses arquivos foram criados em um processador de textos. Enquanto o conteúdo era criado, o processador de textos armazenava informações adicionais, além das palavras que você lê. Essas informações adicionais são compostas de instruções para controlar o layout e a aparência das palavras propriamente ditas. Tais informações são conhecidas em conjunto como markup (marcação).

 

O termo markup já existia nos dias anteriores aos documentos eletrônicos, quando os profissionais da área de editoração costumavam receber originais dos autores em papel e escrever instruções de marcação para informar ao compositor como fazer com que a aparência do documento ficasse boa na página impressa final - por exemplo, "insira uma quebra de parágrafo aqui, coloque esta palavra em negrito, use espaços duplos neste texto" etc.

 

O mundo digital no qual vivemos está repleto de diferentes linguagens de marcação. Em primeiro lugar, você encontra linguagens  de marcações patenteadas usadas em pacotes de processadores de texto (MS Word ou Corel's WordPerfect), e de editoração eletrônica (Ventura, PageMaker ou Quark) etc. Em seguida, existem linguagens de marcação abertas e sem patentes como TeX, Troff e, é claro, a mais famosa e não patenteada linguagem de programação de todas: a HTML (HyperText Markup Language - linguagem de marcação de hipertexto). 

 

Entre as linguagens de marcação não patenteadas importantes para a diagramação de livros eletrônicos estão a SGML, a XML e a OeB.

 


 Fonte: XML Aplicações Práticas [ Sean McGrath / Ed. Campus ]











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